O cliente queria processar, mas a prova estava no áudio dele
Ocorrência da Zonarquia, Crane & Sanchez™
Hoje, às 14h09, a Zonarquia, Crane & Sanchez™ recebeu um cliente em estado avançado de convicção litigiosa.
Ele entrou dizendo:
“Doutora, quero processar. Dessa vez eu tenho prova.”
A Dra. Alanis, que ainda acredita na prova como categoria jurídica e não como energia emocional condensada, pediu os documentos.
O cliente enviou:
- prints da conversa;
- contrato parcialmente fotografado;
- comprovante de pagamento;
- três áudios;
- uma mensagem apagada;
- e a frase:
“Nesse áudio aqui eu explico tudo.”
A Dra. Alanis ouviu.
No primeiro minuto, o cliente narrava sua indignação.
No segundo, admitia que sabia da condição.
No terceiro, reconhecia que tinha concordado.
No quarto, confessava que “na hora achou melhor fazer assim”.
No quinto, dizia:
“Mas agora eu pensei melhor.”
Foi nesse momento que o escritório inteiro sentiu o ônus da prova levantar da cadeira e ir embora.
A prova existia.
Só não estava exatamente a favor de quem trouxe.
O que os humanos estão tentando dizer 🤤
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